Uma das fotografias de hoje no Público...
É estranho como me posso sentir tão triste pelo destino deste país, quase como se fosse uma segunda pátria.
Quero continuar a acreditar que Xanana vai levar este barco a bom porto, e que tudo isto não passa de um "cabo das tormentas"...
Lavam-se os olhos, nega-se o beijo
Do labirinto escolhe-se o mar
No cais deserto fica o desejo
Da terra quente por conquistar
Nobre soldado que vens senhor
Por sobre as asas do teu dragão
Beijas os corpos no chão queimado
Nunca terás o nosso perdão
Ai Timor
Calam-se as vozes
Dos teus avós
Ai Timor
Se outros calam
Cantemos nós
Salgas de ventres que não tiveste
Ceifando os filhos que não são teus
Nobre soldado nunca sonhaste
Ver uma espada na mão de Deus
Da cruz se faz uma lança em chamas
Que sangra o céu no sol do meio dia
Do meio dos corpos a mesma lama
Leito final onde o amor nascia
Luís Represas - Ai Timor
quinta-feira, junho 01, 2006
"Ai Timor..."
Uma das fotografias de hoje no Público...
É estranho como me posso sentir tão triste pelo destino deste país, quase como se fosse uma segunda pátria.
Quero continuar a acreditar que Xanana vai levar este barco a bom porto, e que tudo isto não passa de um "cabo das tormentas"...
Lavam-se os olhos, nega-se o beijo
Do labirinto escolhe-se o mar
No cais deserto fica o desejo
Da terra quente por conquistar
Nobre soldado que vens senhor
Por sobre as asas do teu dragão
Beijas os corpos no chão queimado
Nunca terás o nosso perdão
Ai Timor
Calam-se as vozes
Dos teus avós
Ai Timor
Se outros calam
Cantemos nós
Salgas de ventres que não tiveste
Ceifando os filhos que não são teus
Nobre soldado nunca sonhaste
Ver uma espada na mão de Deus
Da cruz se faz uma lança em chamas
Que sangra o céu no sol do meio dia
Do meio dos corpos a mesma lama
Leito final onde o amor nascia
Luís Represas - Ai Timor
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