Pudesse o tempo parar
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Mafalda Veiga
Fugaz e breve... ontem na oração tive saudades da capela lá de casa, de estar, de me sentir lá, saudades tuas B.
1 comentário:
Candeiro na Colónia Açoreana, por certo... hoje (1 fev) estive na missa e lembrei-me de que estivemos juntos, também, naquele espaço...
Volta a dar um saltinho cá em cima... tenho saudades de conversar, de pegar contigo, de te chatear o juízo... e tenho saudades de começares a pegar comigo e utilizares os meus podres pra me chatear, eh eh eh
beijo bem grande,
Benjamim
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