domingo, janeiro 25, 2009

Parar ...

Pudesse o tempo parar

Talvez pudesse o tempo parar Quando tudo em nós se precipita Quando a vida nos desgarra os sentidos E não espera, ai quem dera Houvesse um canto para se ficar Longe da guerra feroz que nos domina Se o amor fosse como um lugar a salvo Sem medos, sem fragilidade Tão bom pudesse o tempo parar E voltar-se a preencher o vazio É tão duro aprender que na vida Nada se repete, nada se promete E é tudo tão fugaz e tão breve Tão bom pudesse o tempo parar E encharcar-me de azul e de longe Acalmar a raiva aflita da vertigem Sentir o teu braço e poder ficar E é tudo tão fugaz e tão breve Como os reflexos da lua no rio Tudo aquilo que se agarra e já fugiu É tudo tão fugaz e tão breve Mafalda Veiga
Fugaz e breve... ontem na oração tive saudades da capela lá de casa, de estar, de me sentir lá, saudades tuas B.

1 comentário:

Anónimo disse...

Candeiro na Colónia Açoreana, por certo... hoje (1 fev) estive na missa e lembrei-me de que estivemos juntos, também, naquele espaço...
Volta a dar um saltinho cá em cima... tenho saudades de conversar, de pegar contigo, de te chatear o juízo... e tenho saudades de começares a pegar comigo e utilizares os meus podres pra me chatear, eh eh eh

beijo bem grande,
Benjamim