Bafatá
O Rio Geba, em Bafatá, grande, enorme silencioso, noutros tempos, servia de principal canal para as produções que saiam de Bafatá ... hoje em dia os pescadores em pirogas consumidas pelo tempo lançam redes, apanham "ventana" para depois venderem no entardecer quente da segunda maior cidade da GB
Os pescadores pacientes ...
A Rua Principal, à esquerda o mercado de traçado árabe. A rua que atravessa Bafatá, é uma subida ingreme que desencoraja qualquer um debaixo do sol escaldante, daquela que é conhecida como a cidade mais quente da GB
O mercado ... tão bonito, como vazio ... as gentes vão ao outro mercado, que não é mercado, mas é mais em jeito, lá no cimo, a caminho de Gabú, (onde se vendem uns donetes home made fantásticos by the way), aqui só ao Domingo, que é dia de Lumo ... mas mesmo assim, as pessoas têm vergonha de entrar, e ocupam lugares que não existem, à volta da estátua de Amilcar Cabral.
E já agora Gabú ... nestas duas cidades, um dos principais transporte é o burro, que puxam estas carroças, e que carregam literalmente tudo (até arcas congeladoras). Há-os por toda a cidade, tristes e suturnos ...
2 comentários:
Saudades de Bafatá... da Guiné... de ti :-p
Beijoca e aproveita o calor que cá está um frio desgraçado!!!
és sempre ainda mais bonita por partilhares! :) obrigada!*
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